Diretor do Corinthians abre o jogo sobre situação de Gabigol

O Corinthians colocou Gabigol como principal alvo visando a temporada de 2024. No entanto, o diretor do time paulista, Rubão, abriu o jogo e avaliou a situação do atacante do Flamengo neste momento como um ‘sonho’, e que é uma negociação difícil de ser concluída.

Hoje, o Gabigol é apenas um sonho, mas que pode se tornar realidade. É uma negociação extremamente difícil, um jogador que dispensa comentários -, disse o diretor do Corinthians, Rubão, à Rádio Guaíba, nesta segunda-feira (01), sobre a situação do atacante do Flamengo.

Gabigol tem contrato com o Flamengo até dezembro deste ano. No entanto, a diretoria do clube rubro-negro paralisou a negociação para a extensão do vínculo. Dessa forma, com o interesse do Corinthians, o departamento de futebol autorizou o jogador a conversar com representantes da equipe paulista.

Assim como boa parte do elenco do Flamengo, Gabigol terminou a temporada em baixa. Além disso, o centroavante rubro-negro foi parar no banco de reservas após o primeiro duelo da final da Copa do Brasil, ainda sob a gestão do técnico argentino Jorge Sampaoli.

Desde a chegada do técnico Tite, contratado pelo Flamengo no fim do Campeonato Brasileiro, Gabigol permanece no banco de reservas. Isso porque o comandante da equipe rubro-negra priorizou o atacante Pedro. Além disso, o camisa 10 não conseguiu atuar em outras posições, perdendo espaço para Luiz Araújo, por exemplo.

O Corinthians priorizou a contratação do atacante Gabigol. Apesar da dificuldade em fechar o acordo com o centroavante, a equipe paulista segue trabalhando. Além disso, o time de Itaquera também está de olho em outros atletas rubro-negros, como Thiago Maia e Everton Ribeiro.

Thiago Maia tem a situação mais encaminhada neste momento. O volante deseja a transferência para o Corinthians depois de ter perdido espaço na equipe comandada pelo técnico Tite. Já Everton Ribeiro, o meia, tem negociação avançada para fechar com o Bahia, que ofereceu salários próximos do que o meia recebia no Mengo, além de dois anos de contrato.